CNPE aprova diretrizes de plano para reduzir dependência de combustíveis fósseis
O Conselho Nacional de Política Energética (CNPE) aprovou nesta sexta-feira resolução com 18 diretrizes para a elaboração do Mapa do Caminho Nacional e lançou o Plano Nacional de Transição Energética (Plante). Um grupo interministerial, com participação de quatro ministérios, terá 270 dias, prazo que pode ser prorrogado, para concluir o mapa. Segundo o governo federal, a meta é concluir o documento até a COP32.
Quem cobriu
Veículos que cobriram esta história, por posição no espectro:
Esquerda: Brasil 247, Diário do Centro do Mundo
Centro: Folha de S.Paulo
Centro-direita: InfoMoney, O Globo
O que cada lado destacou
Esquerda
Destaca que a resolução não representa a interrupção imediata da exploração ou do consumo de petróleo e gás, mas determina a formulação de uma estratégia de redução gradual.
Enfatiza a identificação de mecanismos financeiros para viabilizar a política de transição energética.
Registra que as diretrizes foram aprovadas após a descoberta de petróleo na Bacia da Foz do Amazonas, na Margem Equatorial.
Direita
Detalha que o Plano Nacional de Transição Energética (Plante) está estruturado em dois volumes, com ciclos de implementação de quatro anos.
Lista as quatro frentes do plano de desmatamento: conservação e uso sustentável, restauração florestal, combate ao desmatamento ilegal e aos incêndios, e redução da supressão legal de vegetação.
Registra que a iniciativa responde ao chamado da Presidência brasileira da COP30 e do Global Stocktake de interromper e reverter o desmatamento até 2030.
O ponto cego
Só a direita contou: Descreve a estrutura do Plante em Volume I (visão estratégica de longo prazo) e Volume II (ciclos de implementação de quatro anos).
Só a direita contou: Detalha as quatro frentes principais do mapa do caminho para o desmatamento.
Só a direita contou: Cita o compromisso do Global Stocktake do Acordo de Paris com a meta de 2030.
Só a direita contou: Legenda a foto citando o ministro de Minas e Energia, Alexandre Silveira, ao lado de Lula.