Justiça do Paraguai decreta prisão preventiva de Santiago Peña
O Senado do Paraguai aprovou por unanimidade o impeachment de Santiago Peña, acusado de irregularidades ligadas ao banco Ueno. O Ministério Público apresentou acusação formal contra o ex-presidente por envolvimento no colapso do Ueno Bank. O juiz Humberto Otazú determinou sua prisão preventiva, a ser cumprida em unidade militar em Assunção.
Quem cobriu
Veículos que cobriram esta história, por posição no espectro:
Esquerda: Brasil 247, Brasil de Fato, Diário do Centro do Mundo, ICL Notícias, Revista Fórum
Centro: BBC Brasil, Congresso em Foco, DW Brasil, Euronews Brasil, G1, Poder360
Centro-direita: Money Times
Direita: ContraFatos, Diário do Poder
O que cada lado destacou
Esquerda
Destaca que Peña foi preso em prisão domiciliar, com agentes da Polícia Nacional indo à sua residência em Assunção.
Enfatiza a ligação empresarial de Peña, que foi acionista do grupo controlador do Ueno Bank até março de 2025.
Ressalta que o impeachment fez Peña perder o direito à senadoria vitalícia e à imunidade parlamentar.
Direita
Informa que o Ministério Público emitiu mandado de prisão contra Peña logo após ele sofrer o impeachment.
Registra que a destituição ocorreu em um processo rápido de impeachment.
Menciona que a votação foi favorável à destituição apesar de Peña ter renunciado um dia antes.
O ponto cego
Só a esquerda contou: A ordem de prisão também alcança Carlos Carvallo, ex-presidente do Banco Central do Paraguai.
Só a esquerda contou: O texto cita que o Ueno Bank afetou cerca de 3 milhões de clientes, quase metade da população paraguaia.
Só a esquerda contou: O texto relata manifestações e protestos em Assunção pela devolução dos recursos congelados e pela saída de Peña.
Só a esquerda contou: O texto afirma que Peña foi acionista do grupo controlador do Ueno Bank até março de 2025.
Só a esquerda contou: O texto afirma que a destituição retirou de Peña o direito à cadeira vitalícia no Senado e à imunidade parlamentar.