Bombeiros seguem buscas após desabamento de prédio no Brás, em São Paulo
Um prédio comercial de quatro andares desabou na noite de sexta-feira (6) na Rua Maria Joaquina, no Brás, região central de São Paulo, durante a descarga de rolos de tecido. O Corpo de Bombeiros retomou as buscas nos escombros na manhã de sábado (7) e, até o momento, 29 pessoas foram resgatadas, nenhuma com ferimentos graves. O imóvel não tinha alvará de funcionamento vigente nem auto de vistoria dos Bombeiros, e o excesso de peso das mercadorias armazenadas é apontado como possível causa do desabamento.
Quem cobriu
Veículos que cobriram esta história, por posição no espectro:
Esquerda: Brasil 247, CartaCapital, Diário do Centro do Mundo, ICL Notícias, Revista Fórum
Centro: Agência Brasil, Folha de S.Paulo, G1, Metrópoles, Poder360
Centro-direita: Gazeta Brasil, InfoMoney, O Globo, Veja
Direita: Jovem Pan, O Antagonista, Revista Oeste
O que cada lado destacou
Esquerda
O Brasil 247 detalha a operação de resgate, com 51 profissionais e 17 viaturas dos bombeiros, e informa que 35 pessoas estavam no edifício no momento da queda.
O Brasil 247 e o DCM registram a hipótese de que o excesso de peso pelo armazenamento de tecidos pode ter contribuído para o colapso da estrutura.
A Revista Fórum destaca o questionamento sobre quem fiscaliza as condições dos imóveis comerciais e defende que a segurança não seja prioridade apenas depois da tragédia.
Direita
O InfoMoney e O Globo informam que o prédio não possuía Auto de Vistoria do Corpo de Bombeiros (AVCB) regular.
O InfoMoney e O Globo relatam que os bombeiros suspenderam os trabalhos por risco de novos desabamentos e os retomaram na manhã de sábado.
O InfoMoney reproduz falas do secretário da Segurança Pública, Osvaldo Nico Gonçalves, sobre a dona da loja e a descarga de dois contêineres, e do prefeito Ricardo Nunes sobre excesso de peso.
O ponto cego
Só a direita contou: A informação de que o imóvel não tinha AVCB regular aparece no InfoMoney e em O Globo.