Dólar fecha em alta a R$ 5,51 e Ibovespa sobe 1,39%
O dólar encerrou a sexta-feira (6) em alta de 0,44%, cotado a cerca de R$ 5,51, após os dados de emprego dos Estados Unidos (payroll) superarem as expectativas. O Ibovespa fechou em alta de 1,39%, aos 168.498,45 pontos, em recuperação após perdas na véspera e interrompendo uma sequência de três semanas de queda. As sessões também foram marcadas por dúvidas dos investidores sobre a política fiscal brasileira.
Quem cobriu
Veículos que cobriram esta história, por posição no espectro:
Esquerda: Brasil 247, ICL Notícias
Centro: Agência Brasil, Folha de S.Paulo, G1, Metrópoles, Poder360
Centro-direita: Gazeta Brasil, InfoMoney
O que cada lado destacou
Esquerda
Destacou o fechamento do dólar em alta de 0,44%, cotado a R$ 5,5115, com valorização de 1,20% na semana.
Enfatizou o resultado do relatório de emprego dos EUA: 165 mil vagas criadas em outubro, acima das 65 mil esperadas por economistas consultados pela Reuters, e desemprego recuando para 4,1%.
Citou a decisão do Copom de manter a Selic em 13,75% ao ano e as expectativas em torno da política fiscal e de medidas a partir de 2027.
Direita
Descreveu o dólar comercial operando perto da estabilidade, com alta de 0,07% a R$ 5,493 às 9h09.
Trouxe as expectativas prévias para o payroll: criação de 65 mil vagas fora do setor agrícola e taxa de desemprego em torno de 4,2%.
Informou que Lula pediu que seus ministros afunilem medidas para serem validadas apenas após viagem do presidente ao exterior, segundo o ministro da Fazenda, Dario Durigan.
O ponto cego
Só a esquerda contou: Registrou o índice DXY avançando cerca de 0,63%, a 102,12 pontos.
Só a esquerda contou: Reportou que a probabilidade estimada pelo mercado de elevação de ao menos 0,25 ponto percentual nos juros americanos em dezembro se aproximou de 80%, ante cerca de 67% no dia anterior.
Só a esquerda contou: Mencionou a decisão do Copom de manter a Selic em 13,75% ao ano na quarta-feira.
Só a direita contou: Citou o pedido de Lula para que ministros afunilem medidas a serem validadas após sua viagem ao exterior, atribuído ao ministro da Fazenda, Dario Durigan.
Só a direita contou: Informou a cotação do dólar futuro para dezembro subindo 0,28% na B3, aos R$ 5,515.